
As bolotas não são só para os porcos!
Se a importância dos sobreiros e da cortiça é inquestionável, por que estamos a limitar o seu fruto, com as qualidades aqui descritas, ao consumo dos porcos? Há bolotas para todos!
Doutoramento em Ciências e Tecnologia do Ambiente. Mestrado em Biologia. Licenciatura em Biologia. Todo o percurso académico, contínuo, na Universidade do Porto. Seguiu-se uma bolsa de investigação na Universidade de Aveiro, incluindo uma passagem na Universidade de Bremen. Após esta fase, seguiu-se uma experiência profissional na área da Energia (electricidade, gás natural e eficiência energética), e actualmente Gestão de Condomínios. Interesse pessoal nas áreas da Ecologia e Ambiente, além da formação académica, com participação em diversos projectos, formações e outros eventos, nacionais e internacionais. É membro fundador de associações ambientais nacionais. Outros interessentes: Cinema, Literatura, Música, Teatro, Xadrez.
Artigos deste autor:

Se a importância dos sobreiros e da cortiça é inquestionável, por que estamos a limitar o seu fruto, com as qualidades aqui descritas, ao consumo dos porcos? Há bolotas para todos!

“(…)para que serve um estudo de impacto ambiental se não para isto mesmo? A resposta “Sim, podem construir, mas têm de compensar o ambiente através de x, y e z.” é, simplesmente, o que é esperado de um estudo de impacto ambiental!”

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(…) creio que aqui se está a traçar o caminho correcto: um partido político e uma associação ambiental expõem um problema, as organizações ligadas aos olivais reconhecem-no e, preventivamente, dão o benefício da dúvida e aceitam uma suspensão da prática em causa até haver pareceres técnicos que recomendem o que se fazer (…)
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“ (…) 43% de partidos com representação parlamentar, quantos votos tiveram de conquistar para lá chegar? (…) variações subtis ao modelo em vigor podem gerar resultados substancialmente diferentes. ”

É verdade, acertaram, as novidades da Caixa Geral de Depósitos (CGD), que surgiram entre ontem e hoje, constituem o tema desta semana – já lá

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(…) imaginemos que havia um quadrado para o referido “voto útil em branco”, onde se poderia fazer a cruzinha da ordem: feitas as contas, se por hipótese 10% dos votantes optassem por este, isto reflectir-se-ia em 10% dos lugares no parlamento vazios! (…) Será que teremos assim tanto a perder se se experimentar este sistema?!
”

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as acções isoladas, de voluntários, de populares, e de diferentes associações, são menosprezadas – é essa a mensagem que estão a passar! – quando, e é preciso que se diga isto, muitas das vezes são as únicas acções de carácter ambiental com alguma relevância que se fazem no nosso país
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(…) regresso (…) com um tema bastante quente em Portugal: o fim da carne de vaca na Universidade de Coimbra (UC)! (…) esta decisão da UC, boa ou má, “compra” imediatamente várias guerras: com os alunos, com os fornecedores, com a opinião pública… Seria preferível, portanto, nada fazer?
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“vamos tentar mitigar efeitos negativos que surjam”, diz a Ministra do Mar, e penso que diz bastante porque tentar já é bom, não é?!
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(…) à nona semana de 2019 atingiu-se a dúzia de mortes por violência doméstica em Portugal – é preciso escrever mais ou já parece certo que algo irá mal com a nossa justiça?
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Parece bastante necessário acabar com esta praga, e limitar o uso de plásticos descartáveis – neste sentido, a directiva da UE parece-me totalmente acertada.
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Uma certa censura, essa sim, à inclusão do tema da corrupção neste relatório (…) é algo extremamente irónico.
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“Ainda que uma árvore demore anos a atingir a idade adulta, não deve ser colocada a tónica na reflorestação? A desflorestação é um problema e a reflorestação uma solução: não é importante encontrar soluções para os problemas do Mundo?!”

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(…) parece óbvio que precisamos de barragens, e que são uma grande mais-valia para a nossa sociedade. Mas há sempre outra face da mesma moeda…
”

Ainda que acreditemos que estes custos, de introdução de novas vacinas, sejam incomportáveis para o estado (…), podemos questionar: então e os custos humanos? Quanto vale uma vida? Quanto custa curar, ou tratar, uma doença?

a contestação da vacinação, embora com uma nova dinâmica nos últimos anos, existe desde sempre. O exercício é complicado mas o prometido é devido e efectivamente há razões para a não vacinação, que aqui distingui em cinco grandes grupos

“Sublinhe-se que, devido à vacinação, a varíola foi erradicada da espécie humana por volta dos anos 70 – uma espécie de revolução imunitária (…). Se é “assim tão bom”, por que razão há quem esteja contra as vacinas?”

“Numa sociedade capitalista e consumista como a nossa, poderá haver a tendência para considerar o EIA apenas mais uma burocracia, um entrave aos grandes investimentos (cujos fins – os lucros – justificam todos os meios), ou simplesmente um desvario de “pessoas que gostam de fumar certas plantas que encontram na Natureza”.”
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