
Recomendação musical de um aniversariante perpetuamente apaixonado pela violência dos paradoxos da vida: “o telefone nunca mais tocou/ Cadê você?”
Depois de assistir a um clássico hollywoodiano [“A Fonte dos Desejos” (1954, de Jean Negulesco)] que serviu como metonímia para a mudança de ciclo em questão, no que tange à percepção de que dificuldades românticas são enfrentadas com diálogo e apoio mútuo, o articulista refletiu acerca do que escrever em sua coluna semanal. E lembrou de um álbum brasileiro que mexeu bastante com seus sentimentos, de modo que faz questão de recomendá-lo publicamente. Trata-se de “Viver e Morrer de Amor na América Latina”, do pernambucano Johnny Hooker, lançado em 5 de dezembro de 2025.


















