

“Eu só queria sentir a magia do Sol em mim”: de como pode ser consolador imaginar baratas fazendo música no lixão…
Estreado no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, em outubro de 2025, reprisado numa seção destinada às crianças, na Mostra de Cinema de Tiradentes, e selecionado para participar do Festival Internacional de Cinema de Berlim, em 2026, o longa-metragem “Papaya” (2025, de Priscilla Kellen) encanta-nos pelo modo como estende uma situação bastante simples – a trajetória de uma semente de mamão, do instante em que cai no chão até a sua reencarnação enquanto inseto alado –, a fim de denunciar os efeitos destrutivos do agronegócio e valorizar os esforços individuais na persecução de um sonho.




















