
Filhos das ruas, pedras do meio do caminho
Quatro meninos chutavam as pedras do meio do caminho Quatro meninos ricos e mimados? Quatro meninos sádicos e cruéis? Quatro meninos se divertiam nas ruas
Socióloga, doutora pela Universidade de Brasília, mãe de três filhos lindos, analista em Ciência e Tecnologia, assessora parlamentar na Câmara dos Deputados do Brasil, cronista.
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Era 2020. O ano sequer principiara nestas terras mestiças e já se ouvia o burburinho sobre um tal vírus chinês. Coisa séria, de matar rapidamente.

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“Bem, está tarde, crianças, vivam bem e tentem ser felizes! Não só por vocês, hein, tentem ser felizes para que os outros o sejam. É

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Enquanto sorvia um vinho ordinário, Harry Haller, protagonista do desconcertante romance O Lobo da Estepe[1], refletia sobre o caleidoscópio de pequenas coisas que davam sentido

“Não deveriam ter-lhe ensinado isso. Ela já sabe tanta coisa! As horas se juntam, fazem os dias, fazem os anos, e tudo vai passando, e

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