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Mestre em Comunicação Social pela Universidade Federal de Sergipe/Brasil, é graduado em Radialismo e Jornalismo pela mesma universidade Federal. É especialista e tem interesses de pesquisas e estudos em Cinema (sobretudo, o brasileiro), Política e Pornografia. Filiado à Abraccine - Associação Brasileira de Críticos de Cinema.

Artigos deste autor:

Cinema
Wesley Pereira de Castro

Contra a censura da guerra, o equilíbrio do prazer

Neste que é seu terceiro longa-metragem como diretor, Tavinho Teixeira revela-se bastante autoral, a ponto de resgatar o mesmo ator e personagem principal de seu filme anterior, “Batguano” (2014). Tal qual ocorre naquele filme, em “Sol Alegria”, Everaldo Pontes interpreta um envelhecido e anti-heróico homem-morcego, e profere um dos aforismos mais marcantes desta obra: o processo, definitivamente, ainda não está terminado!

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Cinema
Wesley Pereira de Castro

Quando o DNA do Estado e o DNA do Cinema não se coadunam…

Em lugar do quase arquetípico protagonismo feminino, temos aqui uma reflexão sobre as interdições produtivas sofridas pela diretora Ana Carolina. Mas sem apelar para a tentação do alter-ego: aquele que aparece no filme como “o diretor” tem pouco a ver com a cineasta. Desgosta de cinema brasileiro, por mais paradoxal que pareça!

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Cinema
Wesley Pereira de Castro

Para além (ou aquém?) dos quiproquós chanchadescos…

Por conta do modo depreciativo com que a imprensa da época referia-se às comédias rápidas e carnavalescas da década de 1950, muitos filmes qualitativos foram obnubilados sobre o rótulo subgenérico de “chanchadas”. Mas, felizmente, vários pesquisadores descobriram recentemente as benesses insignes da filmografia de Watson Macedo (1918-1981), cineasta bastante importante na manutenção industrial do cinema brasileiro.

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Cinema
Wesley Pereira de Castro

Mais ‘auto’ que ‘ficção’: “teus olhos é que mudaram; o filme continua o mesmo!”

Há algo de extremamente redundante no modo como o Pedro Almodóvar conduz o seu enredo enviesadamente autobiográfico em “Dor e Glória” (2019): repete-se bastante em relação aos rasgos mnemônicos que já surgiram em filmes anteriores e porta-se de maneira excessivamente autoindulgente quando atreve-se a ser confessional. É um filme cansado!

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Cinema
Wesley Pereira de Castro

“Fizemos um acordo: eu filmava o trabalho; ele filmava a diversão!”

Ainda que descrevam uma rotina de labuta que consome mais da metade das horas de cada dia (incluindo os domingos), os toritamenses enumeram vantagens financeiras preferíveis em relação à estabilidade empregatícia. Acham ótimo que não recebam um salário fixo, mas alguns percebem que estão apartados dos benefícios previdenciários, sobretudo no que tange às possibilidades de aposentadoria. Com o enrijecimento das regras supracitadas, os malefícios só pioram…

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Cinema
Wesley Pereira de Castro

A fome é a maior imoralidade de todas – mas esta, infelizmente, a censura deixa passar!

Se, em Hollywood, a autocensura do livre-mercado passou a desaparecer com a assimilação gradativa de aspectos contraculturais enquanto chamarizes vendáveis para produções benquistas pela crítica especializada, no Brasil, a situação era inversa: desde 1964, o país estava sob o jugo de uma ditadura militar, que intensificou a sua crueldade assassina em 13 de dezembro de 1968, com a promulgação do infame AI-5.

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Cinema
Wesley Pereira de Castro

A ausência sentida, quando advinda de uma morte anunciada

Deparamo-nos, neste filme, com uma demonstração prática de questionar o próprio cotidiano do realizador, enquanto ele imerge na feitura de uma obra cinematográfica: onde começa a vida e onde termina o filme (ou vice-versa)? O próprio diretor responde, numa entrevista: “eu não consegui terminar o filme. Ele era maior que eu. Eu apenas o interrompi!”.

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Cinema
Wesley Pereira de Castro

“Antes de seguir em frente, eu tenho que voltar atrás”: ou de quando a História é também íntima!

Famosa por realizar documentários em primeiríssima pessoa, Petra Costa tomou este mesmo procedimento como ponto de partida para sua mais recente obra. Entretanto, por algum motivo, ela abandona justamente o recurso narrativo que lhe é tão caro e faz com que esta obra soe datada pouco tempo após o rebuliço crítico que vem causando. Como é típico da Netflix, aliás.

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Cinema
Wesley Pereira de Castro

Sobre a capacidade de “ser maravilhoso, de uma maneira repulsiva”: o jornalismo enquanto vocação influenciadora

Em muitos casos, a fronteira noticiosa entre público e privado é sobremaneira tênue. E, obviamente, o cinema hollywoodiano soube explorar muitíssimo bem tal peculiaridade atrativa do Jornalismo, de modo que urge a recomendação de um dos clássicos absolutos sobre esta profissão: “Jejum de Amor” (1940), dirigido pelo mestre cinematográfico Howard Hawks (1896-1977).

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Cinema
Wesley Pereira de Castro

Protestar contra o que oprime: a balbúrdia mais que necessária!

Demonstrando que os protestos contra a pretensa implantação de uma torpe “etiqueta” universitária não são exclusividade da conjuntura (des)governamental hodiernamente em curso, convém trazer à tona a filmografia de uma das mais autorais vozes protestantes contra a repressão ditatorial na esfera dos costumes, a cineasta paulistana Ana Carolina, ainda em atividade.

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Cinema
Wesley Pereira de Castro

Em política, tanto quanto na arte, convém olhar para o outro a fim de falar de si mesmo, e/ou vice-versa

Tomando-se como ponto de partida reflexivo estes dados contemporâneos, ainda em processamento factual, podemos aplicar a relação de alteridade e subjetividade contida no título deste artigo ao derradeiro exemplar da trilogia sobre a cidade de Alexandria levada a cabo pelo cineasta egípcio Youssef Chahine (1926-2008)… Não será uma mera associação casual, portanto.

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Cinema
Wesley Pereira de Castro

Quando a independência requer também liberação intracolonial… Ou: basta de ser hospedeiro voluntário de quem oprime!

Mais de uma década passou-se entre o início das ações de guerrilha emancipatória e a efetivação institucional da mesma. Para piorar, depois da concretização da independência bissau-guineense, diversos conflitos internos dificultaram a validação da identidade nacional, sendo este um tema que perpassa toda a filmografia do cineasta Flora Gomes, pioneiro do cinema neste país.

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Cinema
Wesley Pereira de Castro

“Se paramos de respirar, morremos; se paramos de resistir, o mundo morre!”

Apesar de ser vendido publicitariamente como um exemplar modelar do cinema romântico, “Casablanca” o é também na acepção mais idealizada do termo. Seu discurso é predominantemente político, ainda que atravessado pelos interesses vendáveis do ‘studio system’. Divertia e conscientizava em iguais medidas. E, revisto hoje, demonstra-se ainda bastante atual, inclusive em relação à caótica situação hodierna do Brasil…

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Cinema
Wesley Pereira de Castro

A recuperação da harmonia (muito além do resultado de uma competição…)

Repleto de momentos antológicos em sua exposição enternecedora de uma inaudita situação de miserabilidade japonesa, “Assunto de Família” demonstra-se bastante merecedor do prêmio máximo do Festival de Cannes por mesclar inteligentemente a perspectiva de condução autoral, com o auxílio de seus apanágios técnicos, e o clamor por transformação comunitária que unifica os laureados mais recentes.

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Cinema
Wesley Pereira de Castro

Já dizia o imortal: “o passado é para refletir, não para repetir”

Na manhã de um domingo, 19 de maio de 2019, Luiz Rosemberg Filho morre, aos 76 anos de idade. Infelizmente, por ser um cineasta periférico num país subdesenvolvido, a noticiabilidade deste falecimento ficou restrita a nichos bastante restritos. Mas, antes de falarmos sobre ele, convém recapitularmos a extrema importância deste diretor em relação ao desenvolvimento expressivo do cinema brasileiro.

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Cinema
Wesley Pereira de Castro

Da necessidade de rever… e sentir… e discordar… e saber!

Nos tempos atuais, de fórmulas genéricas e clamor pela velocidade autotélica, a “estética da fome” é paulatinamente substituída por sua variação cosmética. E tudo isso, obviamente, tem muitíssimo a ver com a conjuntura (des)governamental chula em que vivemos, na qual os grandes educadores brasileiros são perseguidos por filiações ideológicas tachadas de nocivas pela corja malévola que beneficia-se do fomento à ignorância maciça da população. Tristes tempos nós vivemos…

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Wesley Pereira de Castro

Atendimento à distância, adoecimento lado a lado: um segundo olhar sobre os atendentes de telemarketing

Segundo estatísticas, perda de audição, depressão e deficiências ósseas decorrentes de problemas posturais são os mais freqüentes no telemarketing. Existem vários estudos sobre a profissão, visto que a mesma é a principal demonstração do que se convencionou chamar de precariado, neologismo que advém da expressão “proletarizado precarizado”.

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Cinema
Wesley Pereira de Castro

Quando o trabalho não dignifica…[um exemplo elíptico]

A fim de comentarmos a polêmica envolvendo a anunciada aprovação de uma reforma previdenciária que tende a tornar ainda mais calamitosa a situação dos trabalhadores brasileiros, servir-nos-emos de uma análise de um clássico filme japonês enquanto metáfora primeva do mal-estar hodiernamente generalizado. Trata-se de “A Mulher Inseto ou Tratado Entomológico do Japão” (1963), dirigido pelo mestre da ‘Nubaru vagu’ – nomeação particular para a ‘Nouvelle vague’ japonesa – Shohei Imamura (1926-2006).

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