
“Se a Morte não te interessa, é melhor parar por aqui: essa não é uma estória para ti!”, ou o anti-romance enquanto gênero afetivo.
François Ozon é um ótimo cineasta, mas a velocidade com que conclui seus projetos desencadeia a impressão de irregularidade em seu numeroso ‘corpus’. O que não parece ser acidental, conforme intuímos a partir de uma análise do supracitado “Verão de 85”…


















