Mestre em Comunicação Social pela Universidade Federal de Sergipe/Brasil, é graduado em Radialismo e Jornalismo pela mesma universidade Federal. É especialista e tem interesses de pesquisas e estudos em Cinema (sobretudo, o brasileiro), Política e Pornografia. Filiado à Abraccine - Associação Brasileira de Críticos de Cinema.

Artigos deste autor:

Cinema
Wesley Pereira de Castro

Empoderamento cotidiano (reflexão carnavalesca sobre a trajetória fílmica da cineasta Tata Amaral)

Tendo estreado no circuito comercial brasileiro em novembro de 2018, “Seqüestro Relâmpago” foi muito pouco visto, infelizmente. Beneficiou-se de nova sorte ao ser exibido na TV por assinatura, mas, ainda assim, permanece restrito a um público distinto da generalidade ao qual se direciona. Não por acaso, este é um problema que aflige toda a filmografia de Tata Amaral e a de várias outras cineastas de renome. É uma chaga a afligir quase todo o cinema brasileiro, na verdade: a invisibilidade denunciada como financiadora suplementar de inúmeros crimes é convertida em obnubilação espectatorial.

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Cinema
Wesley Pereira de Castro

As promessas discursivas do Oscar – Parte II: análise depois da cerimônia

Houve bastante insatisfação em relação ao premiado na categoria principal, afinal não de todo imerecido. Não era o melhor dentre os indicados nem muito menos o mais relevante, mas obedece rigorosamente a uma certa cartilha de adequação genérica. A cerimônia é famosa justamente por não excluir as tendências formulaicas: rendeu-se à previsibilidade um tanto anódina deste premiado, mas também abriu portas (ou “pontes, ao invés de muros”) em relação a categorias antes bastante excluídas ou desprivilegiadas.

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Cinema
Wesley Pereira de Castro

Às vezes, é necessário mostrar novamente o que já foi visto… [Ou por que o vangoghismo não sai de moda?]

Repleto de seqüências conduzidas com a câmera na mão e reproduzindo brilhantemente o impacto cromático das telas do pintor pós-impressionista, o filme de Julian Schnabel diferencia-se dos anteriores pelo modo como convida o espectador a sentir a mesma aflição experimentada pelo protagonista, interpretado de maneira intensa pelo excelente Willem Dafoe.

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Cinema
Wesley Pereira de Castro

Medo, dor, perda, vitimização, ressentimento… e aquilo que precisamos aprender com a História! (um vívido elogio fassbinderiano)

Totalizando quinze horas e trinta um minutos de duração, “Berlin Alexanderplatz” (1980) é uma versão mui pessoal de um romance homônimo bastante cultuado, publicado em 1929, com o intuito explícito de reagir à gestação nacional-socialista então em curso numa Alemanha econômica e moralmente falida.

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Cinema
Wesley Pereira de Castro

Resistência e deboche: o cinema pornográfico de Alfredo Sternheim (1942-2018)

Falecido em 06 de dezembro de 2018, aos 76 anos de idade, o paulistano Alfredo Sternheim foi um dos mais importantes cineastas da Boca do Lixo, região de volumosa produção cinematográfica que ficou estigmatizada pelo erotismo, não obstante ter erigido um modelo autogerido de financiamento que desafiou as interdições da Ditadura Militar brasileira nas décadas de 1970 e 1980.

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Cinema
Wesley Pereira de Castro

A (des)esperança no cinema moçambicano: o trem que não espera as lágrimas dos espectadores secarem…

Em 2018, o cinema moçambicano passou a ser amplamente noticiado: pela primeira vez, um filme deste país foi submetido à candidatura para uma possível vaga entre os indicados a Melhor Filmes Estrangeiro do prêmio Oscar. Infelizmente, o filme em pauta não foi selecionado, mas, mesmo assim, isto garantiu um incremento internacional na audiência do filme “Comboio de Sal e Açúcar” (2016), dirigido pelo brasileiro, radicado há várias décadas em Moçambique, Licínio Azevedo.

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