Descanso.

Não o eterno, ainda, mas que virá certamente

Por enquanto o fogo lento, o modo ronceiro, pachorrento

A ausência presente que é desligar, desligar-se

Que tardo e moroso nos sublima e purifica de tudo

Tudo que a ação nos impõe

Na forja dos dias

Virar de página, ressurreição do ânimo

Cura, renovação.

Da perda do sempre possível

Que nos espreita a cada curva do caminho

Fadiga da existência

Renascemos após realizá-lo.

Da dispersão dos sentimentos — Página 19.

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