
Continuas a cantar.
Lorca, Lorca, Lorca Bem alto na montanha Bem no fundo do mar Força, força, força Que é eterna e tamanha Quem te poderá abarcar? Como
Phd em Biologia, desde há muito estudioso do meio ambiente, com preocupações sociais. Ativista, teatrólogo, jornalista, poeta, escritor, pesquisador também em história e sociologia, vive em Portugal há 22 anos onde estuda as raízes do Brasil, e colabora em vários jornais.
Artigos deste autor:

Lorca, Lorca, Lorca Bem alto na montanha Bem no fundo do mar Força, força, força Que é eterna e tamanha Quem te poderá abarcar? Como

Elas são ligeiras, Passam correndo, Como animais predados na savana Há que abatê-las Se a queremos ter e possuí-las Evaporam feito clorofórmio E como esse

A sessão do cinema E a seção do jornal Contrapõem o dilema De uma exclusão formal Uma diz do tempo/tema Outra diz da parte tal.

Ao fazermos escolhas pomos em paralelo distintas realidades, suas possibilidades melhor dizendo, e elegemos uma. Contudo poderemos ao longo do tempo evoluir nas escolhas, ou

TUDO TEM SEU OPOSTO. Ultrapassadas as fronteiras da realidade, que só assim, como se apresenta, é, por ter ocorrido desta e não de outra maneira,

Bem te vi, te vi, te vi Não foi aqui, aqui, aqui Foi em outras plagas, mansas, distantes Que, não como dantes, se cantava assim

COISAS COM AS QUAIS CONCORDARÁ CERTAMENTE: A- Tão bom se nossos sonhos fossem todos verdade. Pudéssemos concretizar os mais irrealizáveis delírios, que de imagináveis se

Do emprego correcto das palavras. Muitas vezes até os opostos se confundem em sua ação, é verdade, mas não deixam de ser opostos em virtude

Vivemos o tempo da insânia, imprevisível e realizável à vez. Tudo ao acaso, tudo à ventura, entregue ao fortuito, no gozo pleno do presente, supremo

Velha Barcino Que te querem outra Montjuic lá no alto Sempre outra E mais outra ‘Ensanche’ além E sempre como um menino Que se transforma em

Ressoa essa voz mística Canta mítica essa voz Dizendo da dualística Que habita em todos nós. Antológicas, página 100.

Poetas do mundo na aldeia Trovadores de minha primeira emoção Que acenderam em mim candeia E fizeram-me ouvir vibrante sua canção Pudera entrementes ser simples

Há sempre uma outra dimensão, se não fosse assim, éramos lixo, ou éramos apenas pedra, dura e sem valor, mas uma outra dimensão nos abre

Humilhar, antes de mais quer dizer tornar humilde, o que é absolutamente impossível com os russos por outra via que não seja a da força.

Quando a Livraria Hachette pensar em atualizar o livro que editou em 1963 sobre Os Golpes de Estado, hoje muito já em falta para brasileiros,

NÃO SABER PARAR É sua grande capacidade desbravadora, sua grande capacidade investigativa, quando a cada resposta surge uma nova pergunta. É sua grande capacidade criativa

As palavras são por dentro Que por fora não podem ser Pois é lá onde trazem o alento Daquilo que irão parecer Mostrando o que

Ficam aqui esses lamentos De mil vidas coercivas As palavras são muitas E eu queria conhecê-las todas As fórmulas também são excessivas Tempo foi preciso,

Depois de publicar aqui em “A Pátria”, dois terços deste meu livro que reúne uma seleção de 100 poesias escolhidas duas a duas, de diferentes
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