
Em sentido contrário.
No fio da navalha Caminha bruta e canalha A fraude existencial do sentir Quando mais se atalha Segue no descaminho a fugir… Só com o
Phd em Biologia, desde há muito estudioso do meio ambiente, com preocupações sociais. Ativista, teatrólogo, jornalista, poeta, escritor, pesquisador também em história e sociologia, vive em Portugal há 22 anos onde estuda as raízes do Brasil, e colabora em vários jornais.
Artigos deste autor:

No fio da navalha Caminha bruta e canalha A fraude existencial do sentir Quando mais se atalha Segue no descaminho a fugir… Só com o

A sua própria editora, a Harper Collins, está a alterar as obras da grande mestre do crime, alegadamente para responder às sensibilidades modernas, por exemplo

Somos o que somos, e não podemos fugir a isso, por mais sessões de psicanálise que façamos para nos tentar convencer do contrário. Temos implantado

Sou poeta numa língua muito estranha Uma língua rude e medonha Em que pouca gente destreza tem Caprichosa, desdenhosa, exigente Que maltrata toda gente E

Percorrendo a noite imensa Noite de sedução Vamos encontrar a crença Da própria perdição Encontro estropiado no fundo do despropósito Compra de tempo fiado que

A Antena 1 da Rádio Difusão Portuguesa, aos domingos, entrevista alguém do cenário sócio-cultural português, num programa que se intitula “Infinito Particular”, que busca mostrar

Ter o som a anunciar Tanta coisa que ele talha Tanta alma, tanta tralha Tanto antolho a desatar Tanto entulho a apurar Tanto escolho a

Reiteradamente tenho escrito sobre as penitências do milenário, no caso, deste terceiro que perseguimos, e em que vamos de tragédia em tragédia desde seu começo.

Da mesma raiz de cidade, ‘civitas’, a urbe, ‘urbs’, ‘civilitas’, civilização, impõe entendimento de cidadania, de respeito e liberdades, de urbanidade, para usarmos a outra

No mais fundo de sua alma Há remansos ou cascatas? Há pradarias ou vulcões? Coisas confusas ou exatas? Placidez ou erupções? Sejam quais forem Há

É com sabor Com desamor Rubor e fulgor E le Cabaret, le Cabaret, le Cabaret VOLTAIRE Sem senso Dissensos e contra-sensos Pura intenção Com amor

Temos uma inundação na cozinha. Verificada: É porque deixaram a torneira da pia aberta. Há que fechá-la. A consciência dos problemas ambientais, numa época em

Há meio milênio e meio século, Fernando Pó, chegava ao Golfo de Biafra, a uma ilha que ali há, hoje chamada Bioko, que por séculos

É tão funda e tão rasa Maré de todo o luar Tão profusa quando vaza Quando cheia é carregar Que trazendo o que leva Fica

O mundo muito carece de poesia para ser pleno Sem poesia falta-lhe maravilha Se esta não existisse, tanto mais dela se carecia, temo Faltar-lhe-ia sonoridade,

Quatro séculos e meio d’Os Lusíadas! Editado no doze de março há 450 anos, esta impressionante história de uma epopéia comum, a que hoje, mais

D. Pedro IV em 1832/3, há 90 anos. Parto do porto, Do Porto parto, E nesse porto Meu embaraço Mesmo que parta Minha prisão

A Natureza Humana desde sempre demonstrou compaixão, pondo-se no lugar do outro que está em sofrimento, tendo piedade, sentindo pena, tendo dó. Essa sensação empática

O Brasil sempre foi isto mesmo, uma expressão de enormes massas eleitorais que se movimentam circunstancialmente ao redor de dois grandes polos que se opõem,

Estes tempos conturbados fazem-me refletir. Como sabemos o cristal só se parte uma vez, e, uma vez partido, assim permanece, não é como o metal
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