” A arte de ser português.”

A beira de um relâmpago

Os poetas lusíadas”

Reúnem-se n’”O bailado

Pois é essa “A nossa fome

A d’”O Homem Universal

Em debate como “Dois Jornalistas

Pois somos os combatentes

Como “Napoleão em Wagram

Ou “S. Paulo” em Damasco

E “Santo Agostinho” nas “Confissões”

Somos todas as gentes!

Em rechaçar o fiasco

Somos o “Camilo o penitente

Todos na mesma toada 

Mesmo que caia o relâmpago

Logo acorre “S. Jerônimo e a trovoada“…

Somos um só povo para além das histórias

Eis que somos, da nobre arte, os ‘taes’

Como num “Livro de memórias

Nos saudosismos de Teixeira de Pascoaes.

 

 

 

 

 

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