para Rafaela.
Dá-me um teu sorriso pequenino!
Não aquele largo e bem posto,
que te ilumina o rosto
e faz aquecer o coração do interlocutor…
Basta-me um daqueles pequeninos,
que nos faz, todos, sentirmos-nos meninos,
e em nós deflagra um forte ardor:
Ardor cardiovascular de ternura!
Da inocência que emana
enche-nos a tarde, o dia, a semana,
com teu pueril sorrir.
Vá, dá-me teu pequeno sorriso
para fazer meu dia,
a imaginar, quem diria?
…Tão encantador!
Um daqueles que te fazem criança,
renovando em nós esperança
de pureza que não se vá denegrir,
trazendo-nos a confiança
que flui, plena, neste teu sorrir!
Pág 29 do Diversa.
Pág 30 do Antólogicas.



