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Doutora em Ciências da Comunicação - Literacia em Saúde; Presidente da Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde (SPLS) Diretora da Pós Graduação em, Literacia em Saúde ISPA Membro do Standard Committee IHLA - International Health Literacy Association

Artigos deste autor:

Saúde
Cristina Vaz de Almeida

O Hospital positivo

A humanização dos espaços de saúde, em particular nas organizações hospitalares, tem sido uma reflexão constante ao longo dos anos. Com mais intensidade, este tema reflete a necessidade de cuidado da pessoa, para além do processo de cura.

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Ciências
Cristina Vaz de Almeida

Como a estratégia da Netflix se pode aplicar à satisfação do paciente

O Professor Johnson publica este ano (2021) um livro sobre os elementos da escolha dos utilizadores, e reflete, com base na Netflix, sobre cinco pontos que nos fazem decidir e usar os serviços de forma persistente: São eles: 1) Os caminhos plausíveis; 2) os padrões; 3) o número de opções; 4) a ordenação e; 5) as opções de descrição.

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Comunicação
Cristina Vaz de Almeida

“Silver man”: o Homem do futuro

Daqui a 30 anos  número de pessoas com mais de 60 anos duplica (2050)  passando de 962 milhões em 2017 para 2,1 mil milhões em 2050. Se avançarmos ainda mais uns anos, até 2100, este número de pessoas com 60 ou mais anos passará a ser de  3,1 mil milhões: O mundo consolidado e florescente dos “silver man”.

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Comportamento
Cristina Vaz de Almeida

Telesaúde: os olhos da saúde

O médico “A” atende o seu paciente “B” às 15:00. B, com 75 anos, está sentado num sofá, na sua sala, após o almoço com a televisão ligada com o som alto. O médico cumprimenta-o, acenando com a cabeça, e pede-lhe delicadamente para baixar o som da televisão, para que a consulta possa decorrer com maior clareza.
B, levanta-se pesadamente do seu sofá e baixa o som da televisão, pois nesse momento não tem o comando para o fazer. O seu telemóvel fica numa posição que permite uma perspetiva da parca, pobre e pouco iluminada habitação em que B reside.
Nessa altura o profissional de saúde, após B ter agarrado de novo no telefone, pergunta-lhe se não existe problema de ele ter visto a sua casa? B sorri e responde-lhe que não há problema nenhum: “A minha casa é pequena e modesta e não tem nada que não possa ser visto”.
Nessa altura o médico fica com uma informação acrescida, pois consegue aperceber-se das condições de habitação que podem também ter tido alguma influência na pneumonia que B tem.
Com a permissão do paciente, o médico pede-lhe para que ele mostra a sua casa para vr como pode agir para melhorar alguns aspetos da habitabilidade que podem melhorar o seu estado de saúde.
Temos a sensação de que a telesaúde veio para ficar. A telesaúde pode trazer um profissional para dentro da casa do paciente, dando-lhe uma visão, de perto, do ambiente em que o paciente vive.
A telesaúde pode ser “os olhos da saúde” quando falamos em determinantes da saúde.

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Comportamento
Cristina Vaz de Almeida

Pandemia: Um CISNE NEGRO?

A pandemia provocada pelo vírus SARS – 2 mais conhecido por COVID – 19 parece ser um CISNE NEGRO, um conceito que se baseia na estrutura de aleatoriedade na realidade empírica (Taleb, 2007, p. 27).
Em 2007, Nassim Taleb descrevia um “CISNE NEGRO” como um acontecimento que reúne três atributos: 1) é atípico, encontra-se fora das nossas expetativas normais, porque nada que tenha ocorrido no passado pode apontar, de forma credível, para esta possibilidade; 2) reveste-se de um enorme impato; 3) e apesar do seu carácter desgarrado, a natureza humana faz com que construa explicações para a sua ocorrência depois de o fato ter lugar, tornando-o compreensível e previsível.

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Comportamento
Cristina Vaz de Almeida

Organizações que usam linguagem inclusiva são mais literadas

A Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência apela para uma maior consciência dos estereótipos, e para os evitar como abstermo-nos de usar uma linguagem estigmatizante.
Em 2008 uma Resolução do Conselho de Ministros (nº 161/2008 de 22-10-2008)
adotou medidas de promoção da transversalidade da perspetiva de género na administração central do Estado e aprova o estatuto das conselheiras e dos conselheiros para a igualdade, bem como dos membros das equipas interdepartamentais para a igualdade.
Nesta resolução (2008) é afirmado que se devem “desenvolver práticas não discriminatórias da linguagem, tais como:
a) a referência explícita aos dois sexos e;
b) a neutralização ou abstração da referência sexual, recorrendo a uma mesma forma neutra para designar ambos os sexos (Resolução 161/2008).

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