O orgulho? (palavra simples, mais um ponto de interrogação)


Chega a ser escandalosa a existência de um filme tão complexo quanto “Parada” (2011, de Srdjan Dragojevic). Seu discurso é direto, porém atravessado por convenções tragicômicas tipicamente iugoslavas, quando este adjetivo pátrio ainda existia. O mote sinóptico diz respeito ao sonho de um organizador de casamentos, que luta para organizar a primeira parada homossexual na Sérvia. Lidará, entretanto, com um cadinho mui concentrado de violências, que ultrapassa qualquer lógica de reconhecimento nacional…
