Os novos velhos do Restelo

Metáforas datadas, palavras vencidas,
Discursos vazios, verdades torcidas.
Querem mudar, sem se transformar.
Usam formas, mas sem inovar.

Argumentos expirados, já fossilizados,
Tentam manter-se sempre enturmados.
Sabem do mundo, mas sem arriscar,
Repetem o velho, sem inovar.

Presos no ontem, e mente fechada
Criticam o novo, uma fala arruinada.
Pregam doutrinas, sem credibilidade
Detentores de verdades, mas sem validade.

Saber e querer, mas sem entender
Perduram no tempo, sem se refazer.
Hoje, com certeza, vieram a ser,
Os novos velhos do Restelo a temer.

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