Quando ver um filme torna-se uma necessidade sociológica ou a falibilidade proposital das convenções de gênero como evento (auto)crítico 24 de Março, 2019
A arte de Eugène Green, ou os filmes que devem ser vistos por quem está se sentindo cansado… 20 de Março, 2019
Reflexão (auto)crítica – ou por que precisamos falar sobre a Netflix, mas não somente sobre a Netflix! 12 de Março, 2019
Empoderamento cotidiano (reflexão carnavalesca sobre a trajetória fílmica da cineasta Tata Amaral) 6 de Março, 2019
Às vezes, é necessário mostrar novamente o que já foi visto… [Ou por que o vangoghismo não sai de moda?] 13 de Fevereiro, 2019
Notas sobre um filme não desaparecido (ou a invisibilidade que se instaura em meio à coadjuvação ativa) 7 de Fevereiro, 2019
Medo, dor, perda, vitimização, ressentimento… e aquilo que precisamos aprender com a História! (um vívido elogio fassbinderiano) 31 de Janeiro, 2019
A (des)esperança no cinema moçambicano: o trem que não espera as lágrimas dos espectadores secarem… 17 de Janeiro, 2019