Doutora em Comunicação – Literacia em Saúde, com a tese - O contributo das competências de comunicação dos médicos e enfermeiros para a literacia em saúde: O modelo ACP - Assertividade (A), Clareza (C) e Positividade (P) na relação terapêutica – Aprovada com Distinção – ISCSP, Lisboa. Mestre em «Novas Tecnologias Aplicadas à Educação – com especialização em comunicação em e-learning», pela Universidade Autónoma de Barcelona e Universidade Carlos III, Madrid (2007) , Pós-Graduada em Marketing pelo Instituto Superior de Gestão (1996) , Pós Graduada em Psicologia Positiva pelo ISCSP (2016), Pós Graduada em Direito do Ambiente, pela Universidade Católica Portuguesa (1991) , Licenciada em Direito pela Universidade Católica Portuguesa (1990); Docente e formadora de inúmeros cursos de Comunicação e Literacia em Saúde, e Marketing em Saúde em instituições académicas e organizações de saúde (centros hospitalares, ARS). Formadora Sénior do ISPA Instituto Universitário de Psicologia Aplicada e da ESEL – Escola Superior de Enfermagem de Lisboa; Instituto de Higiene e Medicina Tropical

Artigos deste autor:

Comportamento
Cristina Vaz de Almeida

Pandemia: Um CISNE NEGRO?

A pandemia provocada pelo vírus SARS – 2 mais conhecido por COVID – 19 parece ser um CISNE NEGRO, um conceito que se baseia na estrutura de aleatoriedade na realidade empírica (Taleb, 2007, p. 27).
Em 2007, Nassim Taleb descrevia um “CISNE NEGRO” como um acontecimento que reúne três atributos: 1) é atípico, encontra-se fora das nossas expetativas normais, porque nada que tenha ocorrido no passado pode apontar, de forma credível, para esta possibilidade; 2) reveste-se de um enorme impato; 3) e apesar do seu carácter desgarrado, a natureza humana faz com que construa explicações para a sua ocorrência depois de o fato ter lugar, tornando-o compreensível e previsível.

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Comportamento
Cristina Vaz de Almeida

Organizações que usam linguagem inclusiva são mais literadas

A Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência apela para uma maior consciência dos estereótipos, e para os evitar como abstermo-nos de usar uma linguagem estigmatizante.
Em 2008 uma Resolução do Conselho de Ministros (nº 161/2008 de 22-10-2008)
adotou medidas de promoção da transversalidade da perspetiva de género na administração central do Estado e aprova o estatuto das conselheiras e dos conselheiros para a igualdade, bem como dos membros das equipas interdepartamentais para a igualdade.
Nesta resolução (2008) é afirmado que se devem “desenvolver práticas não discriminatórias da linguagem, tais como:
a) a referência explícita aos dois sexos e;
b) a neutralização ou abstração da referência sexual, recorrendo a uma mesma forma neutra para designar ambos os sexos (Resolução 161/2008).

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Health
Cristina Vaz de Almeida

Health skills: Beyond the biomedical

How knowledge, skills and attributes improve the effectiveness of health results and health literacy

Dealing effectively with human relationships (Moscovici, 1981), through adaptation to situational needs and demands (Wiemann, 1977, p. 17). This is a permanent challenge, above all, and nowadays, and particularly in the health area, it requires a herculean effort from health professionals.

In this context, competence is an important factor in the way individuals help to shape the world and not just how they deal with it (OECD, 2005, p. 5).

And in the health area, it is the competencies that allow the effectiveness of health results.

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Education
Cristina Vaz de Almeida

We’re all patient – Rights and duties

We’re all patient. Sooner or later. Because being patient doesn’t mean being sick.

In the life cycle, and so even before our birth, when we are growing up in our mother’s belly, she was probably followed from the beginning of her family planning consultation, went through a series of routine consultations, ultrasounds or measurements and evaluations, until birth. And then, we officially go our way in health, as patients.

 We’re like this, all patient, sooner or later.

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Comunication
Cristina Vaz de Almeida

Changing health behaviors: how to reach the patient-system by being “etic”

The evidence shows that different patterns of behavior are deeply rooted in the social and material aspects of people, as well as in their circumstances and cultural context (NICE, 2007, p. 6), economic, political (WHO, 2019).

Human beings are cultural beings, with an enormous capacity to survive adversity, who repeat behaviors often influenced by the behaviors of others (modeling) (Bandura, 1963, 1986). Social and economic contexts influence the degree of access, understanding and use of health services (Espanha, Ávila & Mendes, 2016).

In their experience, and among the behaviors that lead to various performances, the beliefs of individuals have an important role in their action for change. Beliefs are a potential of two ways, which act positively for change, when for example an individual believes that only Y food can improve health, or instead, beliefs serve as resistance and constraints preventing change, such as believing that only human faith cures the contamination of a virus, or that children’s urine is curative for some skin diseases (situations reported by several health professionals).

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Comunication
Cristina Vaz de Almeida

Investing in literate organizations beyond health: a path to health literacy

The evidence highlights the importance of reflecting on “literate organizations” (Brach et al., 2012) both in the health and social areas (and eventually others) with strong repercussions in increasing the level of literacy in health of individuals already well characterized by this low LS: elderly, people with socioeconomic deprivation, migrants (Sorensen et al., 2012), people with long-term and chronic illnesses, young people (Svendsen and others, 2020), long-term unemployed (Espanha and others, 2016).

Health literacy has always been associated with health domains, although it has started to be addressed in the area of ​​education (Simonds, 1974).

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Comunication
Cristina Vaz de Almeida

Health Literacy uses inclusive language

Having health literacy means that those who communicate must reinforce the correct access, understanding and use of health information, trough the encoding/decoding process (Hall, 1980) with the responsibility to promote inclusive, formal and informal communication. Literate organizations are also responsible for preparing teams to know how to give the correct access, understanding and use of their services (Brach et al., 2012).

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Educação
Cristina Vaz de Almeida

Literacia em saúde e a prevenção da deficiência: prevenir antes de reabilitar

Se as pessoas pensassem e percebessem melhor as consequências dos seus atos, para si e para os outros, provavelmente não se colocariam tanto em risco. Mas para aceder, compreender e usar a informação, as questões da literacia em saúde são cruciais, e o desenvolvimento das competências cognitivas e sociais dos indivíduos devem estar na ordem do dia. Educar para agir e prevenir.
Promover competências implica dar mais conhecimentos, capacidades e atributos pessoais (OCDE, 2005; Tench & Konczos, 2013).

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Ciências
Cristina Vaz de Almeida

O humor cura? O sentido do bem-estar

O mês de maio é dedicado à promoção da saúde mental (Mental Health Foundation, 2020). A Semana de Consciencialização em Saúde Mental acontece de 18 a 24 de maio de 2020. O tema é ‘bondade’ , o que implica também ser gentil consigo mesmo, tirando um tempo para si.

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Educação
Cristina Vaz de Almeida

Investir nas organizações literadas para além da saúde: um caminho para a literacia em saúde

Destaca-se cada vez mais pela evidência, a importância de refletirmos sobre as “organizações literadas” (Brach e outros, 2012) tanto nas áreas da saúde como na área social (e eventualmente outras) com fortes reflexos no incremento do  nível de literacia em saúde dos indivíduos já bem caracterizado por esta baixa LS: idosos, pessoas com carência socioeconómica, migrantes (Sorensen e outros, 2012), pessoas com doenças prolongadas e crónicas, jovens (Svendsen e ouros, 2020), desempregados de longa duração (Espanha e outros, 2016).

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Educação
Cristina Vaz de Almeida

Comunicação em Saúde: a relação à distância de um click

A relação terapêutica antecede e precede sempre o suporte digital. Os princípios que regem a intervenção da saúde à distância, através da telemedicina (apoiado por médicos) ou da telesaúde (apoiada por um grupo diverso de profissionais de saúde) têm vindo a ajustar-se ao longo dos anos.

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Educação
Cristina Vaz de Almeida

Mudança de comportamentos em saúde: como chegar ao paciente-sistema sendo “etic”

É na relação terapêutica que se constrói também a mudança de comportamento. E a saúde convive com este “paciente – sistema” (Vaz de Almeida, 2018, p. 36; Koh, 2010) de uma forma constante, permanente, desafiadora. E para atingir a essência desse paciente sistema o profissional de saúde sai beneficiado quando usa uma estratégia “etic”, compreendendo o indivíduo dentro da sua cultura e as influências que as suas culturas (de origem e as relacionais) lhe provocam na sua saúde

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