
Como combater a hesitação vacinal e prevenir doenças?
Em tempo de Verão pensa-se na vacinação. O caminho para limitar a hesitação vacinal e obterem-se resultados positivos passa pelo sério investimento em literacia em
Doutora em Ciências da Comunicação - Literacia em Saúde; Presidente da Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde (SPLS) Diretora da Pós Graduação em, Literacia em Saúde ISPA Membro do Standard Committee IHLA - International Health Literacy Association
Artigos deste autor:

Em tempo de Verão pensa-se na vacinação. O caminho para limitar a hesitação vacinal e obterem-se resultados positivos passa pelo sério investimento em literacia em

Redes peer-to-peer como boas práticas para a implementação da literacia em saúde As redes de indivíduos e parceiros, quando bem preparadas têm um enorme potencial

Ser fisicamente ativo é uma das ações mais importantes que pessoas de todas as idades podem tomar para melhorar sua saúde. Mesmo em pessoas mais

As pessoas podem sentir-se discriminadas no ambiente de saúde, e as organizações e os profissionais de saúde devem estar cientes da importância de analisarem os

A linguagem clara salva vidas. A linguagem clara ultrapassa barreiras da incompreensão, e permite que a saúde entre pela casa das pessoas e as faça

Hospitais, profissionais, comunidades e famílias estão cada vez mais perto através da digitalização da saúde. A cada seis a oito anos, o conhecimento médico duplica

Senhor A, 55 anos, entra na consulta, silencioso. Senta-se onde lhe dizem para sentar. Cruza os braços. Não conversa, mas não tem um ar tímido

A Literacia em saúde é um processo contínuo, que envolve o desenvolvimento de competências (conhecimentos, capacidades e atitudes e atributos pessoais), para aceder, compreender, processar

As pessoas podem sentir-se discriminadas no ambiente de saúde, e as organizações e os profissionais de saúde devem estar cientes da importância de analisarem os

Vivemos um rio de conhecimentos e práticas de promoção digital da saúde. Não há dúvida que as nossas mentes já consideram a alternativa do digital em

Cristina Vaz de Almeida* (PhD) *Presidente da Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde Os pacientes exigem cada vez mais uma experiência de cuidados de saúde

A importância da Comunicação Aumentativa, Alternativa e Sensorial para a melhoria da qualidade de vida, e uma janela de oportunidades para autarquias com maior cidadania

Cristina Vaz de Almeida (PhD) “Muitas vezes acho que as pessoas mais velhas não ouvem as ideias da juventude só porque somos jovens e somos

Cristina Vaz de Almeida, (PhD) Presidente da Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde Caso: A. está num grupo de colegas de escritório e comenta que

A humanização dos espaços de saúde, em particular nas organizações hospitalares, tem sido uma reflexão constante ao longo dos anos. Com mais intensidade, este tema reflete a necessidade de cuidado da pessoa, para além do processo de cura.

Cristina Vaz de Almeida (PhD) ORCID https://orcid.org/0000-0001-5191-1718 A perícia de um professor é dinâmica e alia as competências técnicas com outras competências, nomeadamente as competências

O Professor Johnson publica este ano (2021) um livro sobre os elementos da escolha dos utilizadores, e reflete, com base na Netflix, sobre cinco pontos que nos fazem decidir e usar os serviços de forma persistente: São eles: 1) Os caminhos plausíveis; 2) os padrões; 3) o número de opções; 4) a ordenação e; 5) as opções de descrição.

Cristina Vaz de Almeida (PhD Communication Sciences- Health Literacy) De acordo com o Secretariado-Geral do Conselho da Europa (2018), é preciso evitar recorrer, mesmo que

No Modelo ACP a positividade motiva e leva a melhores resultados em saúde.

As pessoas mais velhas são de uma maneira geral mais felizes que as pessoas mais novas (Cialdini, 2018). O que nos faz crer que seja
LOGIN
REGISTAR