Por fora, o embate; por dentro, a simbiose. Ou o dilema de um gênio, para além da apoteose de sua criatura…


Nesta entrevista, o diretor é confrontado por uma das perguntas mais recorrentes (e mal-intencionadas) de sua vida: “quem é mais importante, José Mojica Marins ou Zé do Caixão?”. Como se fosse possível dissociar um de outro, e vice-versa. Para atender aos propósitos fílmicos, José Mojica Marins, o personagem, responde que ele, o criador, seria o mais importante. Será o pressuposto para uma brilhante persecução entre criatura e criador, num roteiro com múltiplos pontos de fuga horroríficos.
A tauromaquia é tão cultural como o Circus romano


Não encontrei nada de cultural em semelhante encenação, salvo se considerarem todo esse ritual intratável, como uma linda manifestação da rudeza humana,…
Sucateando a democracia


Fotografia: Pedro França/Agência Senado
Fotografia: Pedro França/Agência Senado
Os novos intocáveis


“A minha vida é a minha mensagem” (Gandhi)
