“Zap-zap”: comunidades afetivas no espaço virtual

Enquanto sorvia um vinho ordinário, Harry Haller, protagonista do desconcertante romance O Lobo da Estepe[1], refletia sobre o caleidoscópio de pequenas coisas que davam sentido à sua vida insensata. Eram imagens e sons de grandes e populares obras artísticas misturados a coisas e acontecimentos diminutos, esquecidos pelo tempo. No encaixe sutil entre as memórias que […]