Quando chegará ao fim a crise do 8 de janeiro nos três poderes do Brasil?

Segue o artigo semanal de nossa série sobre gerenciamento de crise de imagem. No texto de hoje, sugiro que a crise que afetou os três poderes da República no Brasil, com ápice em 8 de janeiro de 2023, não terminou e não tem data para terminar. A fase que esse processo chegou, que é da superação, muitas vezes é negligenciada, o que é um perigo para gestão. O bando fascista que saiu dos esgotos nos últimos anos e se transformou em organização terrorista, despejou sementes de ódio em muitas instituições da República, em organizações religiosas e associativas, em empresas, comunidades e famílias. Assim, não demora muito e ele volta a florescer em tentativas de caos. Boa leitura e aguardo o debate.

Erros e acertos: o gerenciamento da crise no Estado brasileiro

Olá, pessoal. Segue nosso artigo semanal sobre gerenciamento de crise. Como não poderia ser, o tema é a gigantesca crise da invasão e destruição em parte dos três prédios da República brasileira no último dia 8 de janeiro. Uma crise com seu ápice anunciada, com amplos e nítidos avisos antecedentes. Os erros foram vários, mas também é preciso destacar as rápidas e precisas ações de combate aos efeitos da crise e a sua superação. Esse trabalho tem sido tão bom que logo as dificuldades se transformaram em capital político positivo para o governo do presidente Lula.

Centro de Moçambique: uma bacia de riscos em via de crise humanitária

Nota introdutória Neste texto de edição de Outubro que coincide com dia 13 de Outubro, dia Internacional de Redução de Riscos de Desastres; não se pretende explorar conceptualmente numa praxe académica os conceitos de ciências de riscos, mas faz-se um empréstimo para ilustrar o drama que se vive na região centro de Moçambique estando a […]

Não é justo, mas a vida é feita de imprevistos

Todos somos ótimos gestores quando existe fluxo de caixa suficientes para fazer face aos compromissos assumidos. Quando os colaboradores estão motivados, quando temos fornecedores adequados às nossas necessidades, quando os clientes estão fidelizados à nossa marca…, mas… e quando falha Não duvido das capacidades de cada um, mas nas arduidades e vicissitudes do paradigma em […]

Na crise das organizações, a primeira vítima é o próprio conceito de crise

Em razão da complexidade e das infindáveis teias de relações que nos envolvem, muitas vezes flexibilizamos de tal modo os conceitos das coisas mais banais para transitar sem muitos problemas nesse lugar que acabamos por produzir não-conceitos ou o tão somente os “meus conceitos”, aqueles que atendem as minhas vontades. Um conceito bastante relativizado é […]