Quem goza, buzina; quem ama, perdoa. Enquanto isso, o preconceito (religioso) mata!


Enquanto forma de exortação sobrevivencial ao confinamento advindo da crescente mortalidade por COVID-19 no Brasil, “Azougue Nazaré” foi gratuitamente disponibilizado para audiência via ‘streaming’. Poucos anos após a sua realização, ele funciona não apenas enquanto prognóstico social mas enquanto registro mui verossímil da perniciosidade moral atrelada à extrema-direita política, em que a hipocrisia é a principal chave ativa.
