Diplomata são-tomense será novo diretor-geral da CPLP

O diplomata são-tomense Armindo Brito Fernandes será o novo diretor-geral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), assumindo o cargo em fevereiro, anunciou esta quarta-feira a embaixada de São Tomé e Príncipe em Portugal. Em comunicado, divulgado na sua página oficial na rede social Facebook, a representação são-tomense considera a escolha de Armindo Brito […]

À Procura da Felicidade

Nessa altura os nossos cérebros são invadidos pelo país dos porquês; os soldados irrompem pelas nossas fronteiras, desenhadas preto no branco, esmagam os nossos Sins, fuzilam os Nãos, prendem os Mais e escravizam os Menos.

O Brasil e sua comunidade invisível

Esse texto é parte de uma sequência onde estamos a revelar semanalmente as marcas presentes em 20 anos de publicações nos dois maiores jornais brasileiros (Folha de S.Paulo e O Globo) sobre a comunidade lusófona no Brasil. Essa investigação, no fundo, denuncia a invisibilização da lusofonia em terras brasileiras.Um dos episódios em que fica nítido […]

Traços de imunidade brasileira diante da lusofonia

Em nossa investigação sobre a invisibilização construída no Brasil da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), identificamos que os dois maiores jornais brasileiros (Folha de S.Paulo e O Globo) formataram dois modos entrelaçados para tentar apagar a possibilidade de associação identitária do Brasil com a comunidade lusófona. O primeiro aspecto é o das forças […]

CPLP: a rejeição brasileira

Com esse texto aqui, concluímos as bases que observamos nos dois maiores jornais brasileiros –Folha de S.Paulo e O Globo – e que ajudam a construir a invisibilização da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa no Brasil, pelos menos, nos primeiros 20 anos da CPLP. Antes desse artigo, tratamos de ausência, da indiferença e da […]

A comunidade que nunca existiu: a marca da ausência no Brasil

Quem acompanha essa coluna sabe que temos revelado aqui, a cada semana, a construção, através dos dois maiores jornais brasileiros (Folha de S.Paulo e O Globo), de um aprofundado processo de invisibilização da comunidade dos países de língua portuguesa no Brasil. Existem três ângulos dessa ausência nos primeiros 20 anos da CPLP: o primeiro, da […]

A cultura é um dos caminhos de visibilização da lusofonia

Na investigação que realizamos sobre os primeiros 20 anos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) no Brasil, descobrimos raríssimas notícias em que a palavra-chave era “lusofonia”. Quando apareceu essa palavra, os registros nos dois maiores jornais brasileiros (Folha de S.Paulo e O Globo) remetiam para temáticas da cultura e aí se podiam enxergar […]

A luta do Brasil contra a mobilidade na CPLP

Um dos temas mais dramáticos que surgiram na investigação que realizamos e concluímos em 2017 sobre os 20 primeiros anos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa no Brasil foi o da mobilidade. Além de ser uma questão de difícil clareza interna na CPLP (ou talvez esteja clara demais), a remota possibilidade de “livre circulação” […]

Participe de A Pátria!

Com alegria, aceitei o convite do professor doutor Eduardo Leite (Universidade da Madeira) e assumi a editoria-geral em A Pátria – Jornal da Comunidade Científica de Língua Portuguesa (https://apatria.org/). Essa é uma produção colaborativa da Ponte Editora, sediada na Ilha da Madeira. Nela, diversos professores e alunos do ensino superior e investigadores em geral de […]

No Brasil, a comunidade lusófona não existe!

Nos últimos textos dessa coluna apresentamos uma série de números e dados para provar que, por meio dos jornais Folha de S.Paulo e O Globo, os maiores veículos da comunicação social no Brasil, a comunidade lusófona e a sua expressão mais institucional, a CPLP, sofreram e sofrem de uma forte e significativa invisibilização nos 20 anos […]

O Brasil não se reconhece na CPLP

No texto anterior (A lusofonia invisível no Brasil), os números sobre os registros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa em terras brasileiras denunciam a sua quase que completa invisibilização. Nos dois maiores jornais nacionais, Folha de S.Paulo e O Globo, a CPLP não existiu nos 20 anos, desde quando foi criada em 1996 até 2016. […]

Os media contra a experiência lusocommunitas

No texto anterior tratamos da presença das forças immunitas agindo em forte oposição à ideia de uma communitas. Seja nos marcos da globalização seja na ilusão das velhas identidades nacionais, as ações que buscam impedir a experiência comunitária são concretas e viva entre nós. Um desses lugares, isto é, um ambiente onde as forças immunitas parecem transitar […]

A ação das forças contrárias para não reconhecer a comunidade lusófona

Em todos os textos dessa coluna, procuramos deixar bem nítida a defesa de que os povos que falam em português apresentam extraordinárias condições sócio-históricas para que se reconheçam como comunidade. Todavia, como também já apresentamos, a ideia de comum para uma unidade lusófona supera a lógica institucional. Por isso, tratamos da possibilidade de realizarmos uma […]

Língua portuguesa: de problema à potência comunitária

No texto anterior (Lusofonias e obstáculos para a communitas) fizemos uma análise crítica de alguns obstáculos históricos que podem impedir que a ideia de lusofonia seja, de fato, um elemento potencializador da experiência de uma comunidade. E quando tratamos de comunidade, lembremos, temos recorrido ao conceito que foi trabalhado pelo filósofo italiano Roberto Esposito (2012), […]

Lusofonias e obstáculos para a communitas

Apesar da lusofonia ter uma certidão de nascimento europeia, na prática, ela se revelou, além de portuguesa, também angolana, cabo-verdiana, guineense, guinéu-equatoriana, moçambicana, sãotomense, brasileira, timorense, galega, indiana, etc. Por isso, sempre fazendo a defensa de que se trata de lusofonias, no plural. É essa condição espraiada, diversa e incontrolável que não permite sua homogeneização, […]

É possível pensar em uma communitas lusófona?

Desde o primeiro texto nessa coluna, proponho uma trajetória que aponta para as possibilidades, mas, principalmente, para os desafios de se pensar em uma comunidade lusófona. Tratei das lusofonias, no plural; chamei atenção de que a língua, por si só, não é suficiente para sustentar uma comunidade; ressaltei que há entre os países lusófonos fios […]

Para pensar a comunidade lusófona: alguns vínculos históricos entre nós

CPLP

Nossa tese é de que a língua portuguesa sozinha não é capaz de produzir o sentimento de comunidade entre os países lusófonos. Não há menor dúvida de sua importância, mas é preciso ir além, querer enxergar os profundos encontros e desencontros históricos entre nós. Seja de lá para cá, de cá para lá, saindo e […]

A língua portuguesa nos faz comunidade?

Não há dúvida nenhuma que um idioma comum, ou mesmo parecido, é importante para a unidade de um grupo de pessoas de um mesmo lugar, Da mesma forma com povos que estão em espaços distantes, mas se reconhecem como próximos e estabelecem relações, tudo por conta da língua. Nesses casos, o idioma comum ou parecido […]