Não faça pouco caso de ameaças. Elas se avolumam e podem gerar crises de imagem na sua organização


Segue mais um artigo semanal sobre gerenciamento de crise de imagem em organizações públicas e privadas. No texto de hoje: não ignore os sintomas, as ameaças, as falhas, os indícios de que alguma coisa não vai bem; monitore sempre, perceba as vulnerabilidades sempre em movimento; tome medidas em dose certas para debelar os riscos e monitore os resultado dessas ações.
Quando chegará ao fim a crise do 8 de janeiro nos três poderes do Brasil?


Segue o artigo semanal de nossa série sobre gerenciamento de crise de imagem. No texto de hoje, sugiro que a crise que afetou os três poderes da República no Brasil, com ápice em 8 de janeiro de 2023, não terminou e não tem data para terminar. A fase que esse processo chegou, que é da superação, muitas vezes é negligenciada, o que é um perigo para gestão. O bando fascista que saiu dos esgotos nos últimos anos e se transformou em organização terrorista, despejou sementes de ódio em muitas instituições da República, em organizações religiosas e associativas, em empresas, comunidades e famílias. Assim, não demora muito e ele volta a florescer em tentativas de caos. Boa leitura e aguardo o debate.
Crises não são naturais e nem evitáveis. Crises são gerenciáveis!


Novo artigo sobre gerenciamento de crise de imagem. Esse é o 5º texto dessa série. Os artigos anteriores estão com link ao final do texto. Acompanhe, comente, discuta, proponha.
A comunicação é central na gestão de crise de imagem. Veja 10 indícios de uma crise organizacional


No artigo da semana sobre gerenciamento de crise, começo a chamar atenção para a condição central da comunicação. É preciso olhar atentamente e agir nos processos comunicacionais antes, durante e depois das crises de imagens de organizações públicas e privadas. Vamos lá?
