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Phd em Biologia, desde há muito estudioso do meio ambiente, com preocupações sociais. Ativista, teatrólogo, jornalista, poeta, escritor, pesquisador também em história e sociologia, vive em Portugal há 22 anos onde estuda as raízes do Brasil, e colabora em vários jornais.

Artigos deste autor:

Poesia
Helder Paraná Do Coutto

Palavras por dentro.

As palavras são por dentro Que por fora não podem ser Pois é lá onde trazem o alento Daquilo que irão parecer Mostrando o que

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Poesia
Helder Paraná Do Coutto

Aos 60.

Ficam aqui esses lamentos De mil vidas coercivas As palavras são muitas E eu queria conhecê-las todas As fórmulas também são excessivas Tempo foi preciso,

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Letras
Helder Paraná Do Coutto

Antológicas.

Depois de publicar aqui em “A Pátria”, dois terços deste meu livro que reúne uma seleção de 100 poesias escolhidas duas a duas, de diferentes

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Letras
Helder Paraná Do Coutto

Ao contemplar…

Curvas limpas em pele clara Trazem consigo sonoridade Como um discurso que declara Imensa e penetrante (in)tranquilidade Ampla forma de dizer preclara Substância a expressar

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Poesia
Helder Paraná Do Coutto

América latina vive…

Vozes da latino América Voz de longo tremular Tua alma fez-se quimérica Teus cantos souberam marcar Presenças que não se escusaram E prementes se fizeram

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Letras
Helder Paraná Do Coutto

Anjos das esquinas.

Fala do tempo em que por Lisboa, dentro de caixotes, as crianças iam crescendo ao pé das mães. Ver págs 40 e 41 de Lisboa

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Cultura
Helder Paraná Do Coutto

Lugar de encontro.

Dos extremos, como nas estações do ano, para o calor e o frio, ‘locus horrendus’ versus ‘locus amoenus’ como se demarcava então na visão literária

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Economia
Helder Paraná Do Coutto

O anunciado Haraquiri russo.

E o reles autocrata russo cometerá seppuku? Como um samurai sem honra nesse caso, porque nunca a teve, o sr. Putin cortará o seu próprio

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Poesia
Helder Paraná Do Coutto

A morte de um rio.

Bacento e lamacento Estranhamente corre Ainda sujeito ao momento Mas sempre como quem morre Aguarda chuvas Espera liberdade Suas águas turvas A tanta infelicidade Barradas,

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Poesia
Helder Paraná Do Coutto

‘Simumis’.

Ao Vespeira (1925 – 2002) (20 anos sem o Mestre.) Da estirpe dos argonautasQue Marcelino criouCiúme surrealista das pautasQue a nuvem desintegrou Do vento do

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