
Nós e os Outros
Muitas vezes, olhamos para desconhecidos e desejamos ter o que eles têm. Já vos aconteceu? Não estou a falar de bens materiais; é óbvio que
Sou um escritor multi-género, com alguns livros publicados; o último dos quais pela Coolbooks - Porto Editora - em 2017: Marta. Nasci em 1973, sou casado, português, licenciado em Sociologia, curioso com as coisas do mundo e do universo e preocupado com a expansão de consciências. Publico semanalmente no meu blog https://justreadit.blogs.sapo.pt, onde assino sob o meu pseudónimo PJ Vulter.
Artigos deste autor:

Muitas vezes, olhamos para desconhecidos e desejamos ter o que eles têm. Já vos aconteceu? Não estou a falar de bens materiais; é óbvio que

Esta semana não tenho grande coisa a dizer… A não ser que estamos viciados no controlo dos outros. Já repararam na quantidade de funções que

O que fará com que deixemos nos tornemos vítimas silenciosas do pessimismo e do medo com que a nossa mente nos vai acicatando?

Acreditam em OVNIS ou em vida extraterrestre? São duas coisas diferentes… Quem acredita em OVNIS – necessariamente – acredita em vida extraterrena; mas o contrário

Em Dezembro, a Estrada que me leva a casa ficou mais longa. E tudo isto devido a um comportamento inexplicável dos portugueses. Há um fenómeno nas nossas estradas – e muitos já o conhecem; infelizmente é sintomático de outros problemas que afectam as famílias portuguesas. Acho que merece uma reflexão…

Mais um ano está a encerrar; aos poucos: dia-a-dia; noite-a-noite; hora-a-hora; minuto-a-minuto; segundo-a-segundo… O que é que ficou por fazer? O que é que ficou

Nós somos a súmula das nossas escolhas… No entanto, quando chegamos à idade adulta, poucas dessas escolhas foram nossas, de facto; e, outras, nem foram

Como escritor estou sempre ávido por coisas sobre a escrita; gosto de ouvir outros escritores, conhecer as suas técnicas, as suas tribulações, as suas opiniões…

Ser artista nunca foi fácil… Todos os seres humanos, independentemente da sua ocupação profissional, precisam de se sustentar. Alguns – poucos – conseguem conciliar aquilo

Há um comportamento generalizado que me tem incomodado nos últimos anos. Não sei o que o motiva, porque acredito que a maioria dos pais passa

As pessoas hoje seguem bloggers, artistas e desportistas, mas fazem-no, não pelo que eles simbolizam em termos morais ou por aquilo que eles fazem no mundo; fazem-no em nome das suas conquistas materiais: do que ganham, do que têm e do que conquistam. E o resultado disto, para as pessoas, não pode ser a sua ascensão a uma melhor versão, já que tudo o que querem é ter o que os seus «Ídolos» – e as aspas não são por acaso – têm.

Falar do processo de escolha de uma editora assim, e colocar as diferenças hipotéticas entre os diversos tipos de edição, desta forma, só pode advir de alguém que replica as informações institucionais do mercado editorial, ou de alguém que nunca passou pelo processo de publicar um livro.

A maioria de nós desperdiça a vida; achando que está a investir num futuro que depois não se concretiza. Não; não estou a falar de sonhos por conquistar ou das expectativas cor-de-rosa da vida… Estou a falar de coisas tão simples como viver.

A Aventura da escrita é diferente de escritor para escritor. Não há uma fórmula, não há um método, não há uma técnica; o que há é trabalho árduo, estudo, experimentação, aplicação e dedicação.

No momento em que abrimos as goelas para o mundo, para soltarmos o nosso grito de vitória, a nossa primeira manifestação de vida, somos livres, selvagens, não pertencemos a nada – nem a ninguém; simplesmente somos… No entanto, isso muda instantes depois… Instantes depois, alguém nos coloca nos braços da nossa mãe e tudo muda…

Os problemas podem ser complexos e urgentes de solucionar, mas devem sempre ser vistos como problemas; uma entidade inócua.

Por isso, resolvi vir aqui dar-vos um conselho. Quando isto vos acontecer – e o mais certo é que aconteça – perdoem-lhes; são parvos bem-falantes. São como aquelas pessoas que usam perfume para disfarçar o mau cheiro; sabem?

Mas isto serve apenas para demonstrar em como a nossa postura social está errada e a traduzir-se no empoderamento de gente incompetente, ao permitir-lhes prosseguir com a ilusão de autoridade que tem sobre determinado assunto, e a manter ocupados outros indivíduos com assuntos nos quais nunca serão competentes.

Vamos lá ver uma coisa… Eu não vou dizer que não temos feito mal à Terra, que não temos alguma responsabilidade pela forma irresponsável e egoísta como temos gerido os recursos planetários, mas vou dizer que somos uma formiga a tentar influenciar um elefante…

E é isto… O lobo é para a Capuchinho Vermelho o que um Lóbi é para nós: uma ameaça à nossa capacidade de pensarmos pela nossa própria cabeça; sermos curiosos e irmos mais longe do que temos ido, enquanto sociedade.
LOGIN
REGISTAR