A morte de um rio.

Bacento e lamacento Estranhamente corre Ainda sujeito ao momento Mas sempre como quem morre Aguarda chuvas Espera liberdade Suas águas turvas A tanta infelicidade Barradas, retidas, oclusas Ansiosas por libertação Já não correm, presas, confusas Sem saberem qual sua maldição Se vão finando, estagnando Maldita sujeição E o fio à meio que vai parando Decreta […]