Sobre a vida, via cinema, quando tem que ser! (um libelo nipônico)


Célebre por suas habilidades pictóricas, Akira Kurosawa elaborava a fotografia de seus filmes como se fossem verdadeiros quadros, mas não descuidava dos elementos significativos dos roteiros, que comumente exaltavam uma ternura sobressalente, uma confiança desmedida no ser humano. E é isso que percebemos em seu derradeiro filme: “Madadayo” (1993).
A mulher na Antiguidade Clássica. O caso da mulher romana


Desde que nascia até que morria tinha o seu destino traçado. No momento do seu nascimento o pai determinava o seu destino. Se o Pater Familias erguesse a criança recém-nascida nos seus braços, acto denominado fillium tollere ou suspicere, significava que a recebia no seu seio familiar, fazendo-a suus heres e assumindo o compromisso de […]
