Em política, tanto quanto na arte, convém olhar para o outro a fim de falar de si mesmo, e/ou vice-versa


Tomando-se como ponto de partida reflexivo estes dados contemporâneos, ainda em processamento factual, podemos aplicar a relação de alteridade e subjetividade contida no título deste artigo ao derradeiro exemplar da trilogia sobre a cidade de Alexandria levada a cabo pelo cineasta egípcio Youssef Chahine (1926-2008)… Não será uma mera associação casual, portanto.
Deixa Queimar


Aproveitando que estamos em época de Feira do Livro de Lisboa, quero falar-vos – precisamente – de livros; de livros, da escrita, dos leitores e dos escritores… Gostaria muito que este meu discurso fosse doce, apaixonado e inebriante, como alguns que tenho lido, mas não sei se o será. Quando me pergunto porque penso assim, […]
