…E quando o fascismo vem de dentro, ou de alguém que amamos? Continuamos rindo?


Numa conjuntura hodierna marcada pela reascensão de discursos fascistas ao redor do mundo, o teor combativo das comédias é mais que requisitado. E, neste sentido, precisamos elogiar as proezas imersivas do longa-metragem português – em co-produção com a França e Brasil – “Diamantino” (2018, de Gabriel Abrantes & Daniel Schmidt).
51 anos depois, e o maio não terminou


Não sei quantos Maios de 68 serão necessários, como a Al Queda, ou que nome venha a ter, não saberá quantos onzes de Setembro seriam necessários para atingir seu objetivo não alcançável, porém no processo de ação contra-natura que pretende a Al Queda, o gol é a desgraça, já no de dar cobro a insatisfação reinante, o gol é a felicidade,
