A arte de Eugène Green, ou os filmes que devem ser vistos por quem está se sentindo cansado…


Em sua utilização tramática de um rigoroso cabedal artístico, o cinema maiúsculo de Eugène Green talvez apresente um recorte mui privilegiado da ‘intelligentsia’, oportunamente (auto)criticado em “A Ponte das Artes”. Mas ele não é excludente. Muito pelo contrário, ele convida, ao inebriar-nos. Fica a proposta discursiva, portanto.
